Agenda para relançamento económico e social dos Açores com 250 medidas

Agenda para relançamento económico e social dos Açores com 250 medidas

8 de Agosto, 2020 0 Por Azores Today

Agenda para relançamento económico e social dos Açores com 250 medidas

Ago 8, 2020 | Em destaque

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O Governo Regional dos Açores apresentou a anteproposta de agenda para o relançamento social e económico da região no pós-pandemia da covid-19, composta por 250 medidas e aberta aos contributos dos cidadãos.

O presidente do Governo Regional salientou que as 250 medidas agora apresentadas não foram feitas “ignorando” o plano de recuperação do país e as “fontes de financiamento” decididas no âmbito do “mecanismo europeu de recuperação”, aprovado no último Conselho Europeu, em Bruxelas.

Vasco Cordeiro realçou que a agenda para a recuperação económica e social dos Açores abrange “duas componentes”: uma “mais dirigida à recuperação dos efeitos” da pandemia da covid-19 e outra que visa tornar os “Açores melhor preparados para o futuro”.

O primeiro pilar é composto por quatro eixos, que procuram “relançar o emprego” (21 medidas), “relançar o social” (48 medidas), “relançar as empresas” (58 medidas) e “relançar o turismo” (24 medidas).

Neste eixo, estão previstas medidas de apoio à formação profissional, de incentivo do teletrabalho, de apoio à digitalização do sistema educativo, da proteção do direito à habitação e da promoção dos Açores como “destino turístico seguro e sustentável”.

Sob o pilar “construir uns Açores mais resilientes” estão previstas 99 medidas: 48 para “transformar a economia dos Açores”, 13 para “incrementar a inovação, investigação e desenvolvimento”, cinco para “potenciar o capital humano e social”, nove para “reforçar o Serviço Regional de Saúde” e 24 medidas para “modernizar a administração pública”.

Neste pilar, o Governo prevê “fomentar as economias circular, verde e azul”, incentivar a inovação na agricultura, mar, energia e espaço e captar quadros técnicos especializados.

As consequências do Covid-19 no turismo açoriano são elevadas. Só no Pico estima-se uma perda de 90% das receitas.

Fonte: Igreja Açores