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INCENDIÁRIOS SOCIAIS, ESTES NOJENTOS!

Eu sou bem de direita e não sou racista, extremista, fascista, xenófobo ou nazi, por mais incrível que isto possa parecer. E como eu, são largos milhões, ao contrário de uma minoria de esquerdalha de drogados, racistas, extremista e fascistas, uns autênticos terroristas que, sob uma máscara de revolucionários, não passam da pior escumalha à face da terra.

Muito me custa ver o envenenamento que nos entra pela casa dentro apelando à revolução, à constatação de algo que não passa da uma virtualidade, de um embuste, de uma ilusão que tentam transpor para a nossa realidade, incendiando mentes e paixões. Um apelo descarado à violência, sem respeito por nada, nem por ninguém.

São estas mesmas pessoas que de dia contestam o regime, mas à noite metem-se na cama com eles, abrindo as pernas aos reais interesses que defendem e sempre defenderam. São estas mesmas pessoas que defendem um modelo de sociedade minoritário, desfasado da nossa realidade, mas que, em tão porcas mentes, tem de passar a ser o padrão social, que mais não é o de fumar livremente umas ganzas e o desejo de serem enrabados, com a maior normalidade, acusando da pior forma quem não concordar, nem poderia concordar, com isto.

Farto-me de viver numa sociedade em que os desvios passaram a modas, os desequilíbrios a modelos sociais, em que o vicio passe a ser uma cultura, mas as contestações às injustiças reais da sociedade, passam a ser completamente desvalorizadas porque estes agitadores nem as sentem a pele. Farto-me de viver com gentalha que destrói os pilartes seculares do meu país, que questiona tudo e todos em nome de nada, só porque é moda ou porque puseram menos tabaco na ganza.

Foram os tempos das Gretas, mas também já os houve dos buracos do ozono, da antiglobalização, em que se marcavam as reuniões sem aparelhos made in China, tudo uma moda, uma modinha dos ociosos, cavernosos imbecis que em nada contribuem, mas que insistem em destruir. Vivem-se tempos do fomento do racismo, do incentivo à violência nas ruas, à destruição do património publico e privado, sem dó nem piedade, sem justiça ou penalização. São os donos disto tudo estes drogados.

Enquanto isto, idosos passam fome, jovens procuram trabalho, crianças são violadas, famílias são destruídas, empresários são roubados, corruptos são eleitos, pais matam filhos, filhos matam pais, mas isto que interessa? Tolos são os que combatem isto porque a moda é chamar fascista a quem trabalha e defende uma sociedade justa, equilibrada e pacifica.

Deixem-me viver em paz, como viveram os meus avós, com os meus costumes e tradições e vão para raio que vos parta sempre que tentarem incendiar as minhas gentes com tal propaganda enganosa, para isso já me basta a governação que tenho há mais de quatro décadas. Agora sou eu que grito bem alto “DEIXEM-ME RESPIRAR!”

Todos têm uma agenda, todos têm o rabo preso a algo e aos poucos vamos descobrindo porque a máscara cai, mais cedo ou mais tarde. Não gostam do que digo? Vão para as formigas e esperem pela maré alta que a natureza se encarrega de limpar toda a bosta que por cá anda.

Meus amigos, ou isto pára já ou isto rebenta, como querem fazer?

Haja saúde!

José Pacheco

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Fonte: RTP Açores (clique neste link para ver o video)

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