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Como fazer o nosso caminho

Caros companheiros,

Eu sei que não será fácil. Temos sensibilidades diferentes, experiências de vida diversificadas, alguns de nós feita de sangue suor e lágrimas, mas em comum, todos nós sentimos o peso a cada dia maior, desta máquina socialista que nos explora, nos condiciona e menoriza. Sentimos a opressão a que estamos sujeitos por um sistema que apregoando liberdade, a transformou “ad initio” em libertinagem, um recreio em que eles e os amigos jogam ao monopólio, com regras feitas por eles, amealhando riqueza e boa vida à custa do meu e do nosso trabalho.

É uma luta contra a corrupção, por uma sociedade mais justa, mais próspera. É assim verdadeiramente uma luta pela liberdade. É a luta pelo futuro dos nossos filhos pelo que pensamos iria ser o 25 de Abril.

Ninguém consegue subjugar um povo “ad eternum”. Obstante o impressionante crescimento do CHEGA, a Quarta-República não acontecerá certamente hoje, mas é e será uma luta ganha. Será a madrugada do amanhã, não tenhamos dúvidas.

Agora mais do que nunca, somos ouvidos, somo lidos, observados com extrema atenção. Por alguns com desdém, é natural, mas não com indiferença.

Todos os que por interesse ou ignorância nos pretendem atacar, acusam-nos e acusar-nos-ão de coisas que a maioria fala mas não entende, como sendo a personificação da extrema-direita, do fascismo, populismo, xenofobia, racismo homofobia e todos estes jargões que sabemos serem negativos e sonantes.

É óbvio que alguns de nós, por esta ou aquela razão temos maior ou menor tolerância a esta ou aquela situação. Todos nós por imperativo de defesa dos nossos usos e costumes e da própria integridade física, não podemos tolerar a instalação de uma influência muçulmana que abra as portas a um novo califado em Portugal. É a defesa da nossa Pátria, do futuro dos nossos filhos. Assertivo será dizer: obrigado mas não! Desta gente não queremos cá. Aí, ao contrário do politicamente correto, estaremos a ser patrioticamente exemplares, o que me parece um bem maior.

Respeitamos todos os que nos respeitam a nós, havendo um Portugal para todos, dentro de um Estado de Direito. É coisa que ouvimos, mas não temos.

Não há razão para proteger nem privilegiar ninguém, para além do imperioso cuidado aos mais frágeis. Teremos uma sociedade integrativa e justa. Teremos aí um Portugal Maior.

Neste momento de construção, sou a pedir aos meus companheiros de luta partidária, de luta por este ideal, que haja bom senso na escolha das matérias que publicamos.

Não é tempo para Salazarismos saudosistas. Salazar foi um homem íntegro que se dedicou à coisa pública, como no pós-República nenhum outro português teve a oportunidade de o fazer. Foi um governante assertivo mas um ditador, porque acreditou ser a única solução para Portugal. Os tempos a tal o obrigaram. Foi também retrogrado e assim não soube acompanhar as mudanças políticas da segunda metade do século.

Seguiu-se-lhe Marcelo Caetano. Foi também um homem sério, profundamente injustiçado, mas que à semelhança do antecessor também não soube, ou conseguiu, abrir-se à democracia, à modernidade.

Hoje o tempo é outro. A democracia é um dado adquirido. É tempo para construir, reformar, melhorar, não mais para saudosismos bafientos.

De então para cá, tivemos Sá Carneiro, Adelino Amaro da Costa e vejamos o que a direita norte-americana lhes fez, Ramalho Eanes e foi um pau. Acabou.

Todos os outros foram e são uma cambada de energúmenos oportunistas, traidores, corruptos, do centro à extrema-esquerda, posicionados no poder para satisfazer clientelas, a ver quem mais leva.

Não tendo justiça, o que nos poderá valer é o nosso ativismo, o nosso voto. Vamos fazê-lo valer.

Não vamos utilizar símbolos, não precisamos deles.

Temos bons exemplos no entanto. Temos a Alemanha que só pecou pelo populismo de Merkel que num desaire eleitoralista piscou o olho às minorias e abriu as portas a levas de Islâmicos que vão, mais cedo do que tarde, acabar destruindo a europa e os seus valores.

Os exemplos mais vistos da direita internacional no momento, são no entanto lamentáveis. É um Trump nos Estados Unidos que não sabe diferenciar a mão direita da mão esquerda. Um homem que enriqueceu de modo especulativo, tirando vantagem de tudo e de todos os que o rodearam. Faliu empresas, a torto e a direito, só ele se salvando, sempre acumulando fortuna.

No Brasil, um Bolsonaro que para marchar leva a pedra na mão e não dá uma para a caixa. Um criminoso sem escrúpulos. Um mentecapo que com sorte, num futuro próximo, ao lado de Trump fará parte de banda desenhada.

Nós temos a nossa direita. Uma direita Portuguesa. Uma direita que queremos de liberdade, moderna, liberal, inteligente e democrata.

Temos André Ventura, na defesa dos seus e nossos valores. Não precisamos de referências externas de mau gosto.

Não pretendo com isto sobrepor a minha vontade a nenhum dos meus companheiros, sim contribuir com um elemento de reflexão sobre esta que é a minha visão do partido.

 

Bem-haja a todos os que integram ou apoiam este movimento por Portugal.

CHEGA!

 

Membro da Comissão Instaladora do CHEGA-Açores

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Fonte: RTP Açores (clique neste link para ver o video)

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