TERRA DE FROUXOS

Nunca tive dúvidas e cada vez menos as tenho, vivemos numa terra de frouxos.

Um presidente do Governo Regional que ameaça o Primeiro Ministro, mas sem consequências, só tem uma explicação: estão todos combinados!

Mas há quem enalteça a atitude de Vasco Cordeiro. Meus amigos, chamem-me nomes, mas não em chamem de parvo, porque recuso-me a ser. Esta crise nos Açores está a agravar-se e tem um rosto: Vasco Cordeiro.

Cada dia que passa, cada hora, a situação agrava-se e a culpa é sempre de outros. Esquecem-se dos últimos dias sem controlo nos aeroportos, esquecem-se de muitas hesitações e interrogações, mas a verdade é que o coronavírus entrou e não se sabe ainda por quantas pessoas.

Eu já vi este filme em vários locais e com vários protagonistas e até em outras épocas. O vilão passa a herói, em segundos, tudo porque vivemos numa terra de frouxos!

Lembrem-se sempre que quando tiveram de escolher entre Cristo e um ladrão o povo gritou: “soltem Barrabás” e Pilatos lavou as mãos. A história repete-se.

Senhor presidente do governo, menos conversa, menos ameaças e mais atitudes que defendam este povo açoriano do coronavírus e dos seus amigos de Lisboa!

Esta coisa que tenho visto nas últimas horas “do que não tem remédio, remediado está” não aceito, nem posso deixar que outros aceitem. Isto de andarem turistas “por aí”, sem se perceber quando e como entraram, é inconcebível.

Como não tenho governantes que me defendem, apelo a todos os trabalhadores dos aeroportos, companhias aéreas, etc., etc., que façam greve imediatamente. Parem já com isto, defendam as nossas e vossas famílias!

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