Queremos mais saúde , melhores condições para os utentes e menos listas de espera

Por António Mendonça

Hoje falemos deste parlamento dos Açores ou PS-Açores, uma autentica extrema esquerda, em forma de zig-zag.

Nunca na minha vida ouvi tanta difamação de um partido como acontece com o  Partido Chega. Não tenho a menor devida que é uma forma de querer  controlar os Açorianos ou semear a dúvida nestas nossas ilhas.

A mim, António Mendonça, nunca ninguém me manipulou ou calou a voz. No meu entender, o Chega é um partido da nova geração e da mudança, e não de extrema direita como tenta colocar o foco este governo. Tudo isto não passa de uma perfeita mentira, lançada sobre todos nós, ou se calhar em apenas alguns, de certa forma, auxiliada pela comunicação social, lançando falsas noticias, desviando-nos a atenção daquilo que deveriam ser as responsabilidades e as muitas falhas do governo socialista.

Ouvimos promessas e notícias, nomeadamente a nível nacional, que antigamente vinham num ritmo mais lento, mas actualmente de forma acelerada, que nos fazem parecer que os Açores estão colados ao continente a nível económico e social. Obviamente tudo em prol do PS e da sua governação.

Mas a verdade é que nada disto é a realidade, não é isto que sentimos por cá, nem sequer o que nos dizem os indicadores económicos.

O sector da saúde é certamente aquele que mais nos dói, sem desprimor para outros igualmente importantes, em que vemos um cada vez menor investimento e um subir galopante das dividas. Certo é que no sector da saúde há falta de funcionários, falta de meios ou até mesmo mau aproveitamento dos equipamentos existentes, quando não estão avariados,  uma falta de aproveitamento dos espaços existentes para uma maior eficiência.

Todos nós já constatamos a falta de espaço no acolhimento das urgências, falta de macas para os doentes, em que muitos daqueles que deviam estar numa cama esperam, de forma desconfortável, em bancos. Isto é uma vergonha para a todos nós, mas uma maior vergonha para o PS que nos governa.

Era suposto termos um ou dois espaços para helicópteros de prevenção em caso de urgência, mas a minha questão é onde estão eles? Se calhar na base das Lajes, bem distantes da maior ilha dos Açores.

O que daqui resultou? Uma mão cheia de nada, com muitos abraços e beijos, mas consequências nenhumas.

Até parece que querem nos transformar numa Venezuela em que tudo falta como é o caso dos medicamentos nos hospitais.

Mais importante que perderem tempo em apelidar alguns de extrema direita seria empregarem o tempo de governação para termos mais saúde , melhores condições para os utentes e menos listas de espera.

 

António Mendonça

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