O balanço da 7ª edição do Festival de Sopas, que decorreu, no passado sábado, na Escola Francisco Carreiro da Costa, na cidade de Lagoa, foi muito positivo, de acordo com a organização. Com mais de 32 sopas participantes, e apesar do mau tempo que se fez sentir, o evento, que tem um cariz social, contou com uma adesão maior em relação ao ano transato. A organização do festival esteve a cargo do Centro Sociocultural de São Pedro e contou com o apoio da Câmara Municipal de Lagoa.

Este ano, foi possível a degustação de 32 sopas, confecionadas por várias instituições, associações, restaurantes e particulares do concelho de Lagoa. Os ingredientes utilizados foram desde os legumes e leguminosas, ao peixe e às carnes.

Outra das novidades desta edição foi o fato da organização ter pensado nas questões ambientais, sendo que as sopas foram servidas em tigelas de alumínio e os copos eram reutilizáveis. Com as alterações climáticas, cada vez há uma maior preocupação em reduzir nos plásticos, sendo que a autarquia também não tem ficado indiferente a esta causa e tem aplicado medidas amigas do ambiente nos seus eventos.

No final, houve a entrega de certificados de participação para todos os participantes. De acordo com a organização, “este festival não seria possível sem o apoio da Câmara Municipal de Lagoa. Agradecemos também à Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Rosário, à Escola Francisco Carreiro da Costa e a todas as instituições, associações, restaurantes e particulares que tornaram possível a realização do evento”.

De referir que esta iniciativa, à semelhança dos anos anteriores, teve um cariz social, na medida em que permite angariar fundos que revertem a favor do Centro Sociocultural de São Pedro, instituição de cariz social, que atua diariamente na luta contra a pobreza e no combate à exclusão social, auxiliando e prestando apoio aos mais desfavorecidos.

 

Fonte: Câmara Municipal de Lagoa – Açores

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