Sub secretariado de São Miguel do MCC reúne esta segunda feira

Out 20, 2019 | Em destaque

Iniciativa tem lugar no Centro Missionário dos Padres do Coração de Jesus

O Movimento Cursilhos de Cristandade (MCC) vai realizar esta segunda feira, dia 21 de outubro, uma reunião com todos os dirigentes da ilha de São Miguel e Santa Maria. A reunião, promovida pelo Sub-secretariado de São Miguel, tem inicio às 20h30 no Centro Missionário dos Padres do Coração de Jesus, conhecido como Centro Missionário dos Dehonianos.

A reunião pretende, a partir do lema do fundador do MCC, Eduardo Bonnin, “És o diretor do banco dos teus talentos”, analisar e refletir sobre “o que nos faz pensar, por onde andamos, para onde vamos e o que estamos a fazer”, refere o convite que o Sub-secretariado deixou em todas as paróquias “a todos os dirigentes”.

O MCC, que está nos Açores há seis décadas, nasceu na ilha de Maiorca, em Espanha, na década de 40, pela mão de Eduardo Bonnín Aguiló.

O primeiro Cursilho da história celebrou-se em Cala Figuera de Santanyí, em Maiorca, de 19 a 22 de Agosto de 1944, usando como base o “Estudo do Ambiente” de Eduardo Bonnín que atuou com reitor levando consigo como dirigentes, José Ferragut e Jaime Riutort. Foi diretor Espiritual desse primeiro Cursilho D. Juan Juliá. Assistiram ao primeiro Cursilho 14 jovens. O MCC contou nos seus inícios, de entre outros sacerdotes, com o entusiasmo D. Sebastián Gaya (autor da “Hora Apostólica e do “Guia do Peregrino) e com a aprovação eclesial de D. Juan Hervás, que a 1 de Março de 1947 chega a Maiorca como Bispo Diocesano, batizando estes encontros em 1953 como Cursilhos de Cristandade.

O primeiro Cursilho na região foi de Homens e realizou-se em Angra do Heroísmo de 11 a 14 de Setembro de 1963, com 37 assistentes. O primeiro Cursilho de Senhoras teve lugar quase um ano depois, de 5 a 8 de Setembro de 1964 e realizou-se em Ponta Delgada com a participação de 47 novas Cursilhistas. Os Cursilhos expandiram-se na região e realizaram-se em vários locais, além das ilhas Terceira e S. Miguel, onde ainda hoje se mantém muito vivos. Só a ilha do Corvo nunca recebeu qualquer cursilho.

Fonte: Igreja Açores

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