Turismo

Estamos apreensivos face ao elevado número de unidades hoteleiras projectadas para construir nos próximos tempos na Ilha de S. Miguel.
Passou a ser comum ouvir vários Presidentes de Câmara anunciar que aprovaram a construção de novos hotéis nos seus concelhos. Primeiro foi a autarca da Lagoa, depois o da Ribeira Grande, com a divulgação de 14 novos hotéis, e, esta semana, o edil de Vila Franca do Campo revelou que o seu município vai receber o maior hotel dos Açores, com 580 camas, cuja edificação será localizada junto ao mar. O que nos vale é o de Ponta Delgada que, perante a inquietante falta de obra, vai-se entretendo com homenagens a “tutti quanti”… Adiante!
Questionamos se este tipo de turismo respeita as nossas especificidades ambientais e se a construção desenfreada de hotéis e instalação de camas que assistimos por esta ilha fora obedece a algum plano concreto aprovado pelo Executivo dos Açores.
Pela nossa parte fica a certeza de que rejeitamos criar aqui uma réplica de outros lugares, que apenas irá prejudicar a nossa identidade.

Pedro Nascimento Cabral

Ver também

Pandemia troca as voltas a jovens que ainda não conseguiram fazer o primeiro encontro do “Mês a mês até 23”

Primeiro encontro estava marcado para este sábado na ouvidoria das Flores As igrejas JMJ estão escolhidas e as equipas locais e diocesana também, mas a pandemia voltou a impedir a realização do primeiro encontro da iniciativa “Mês a mês até 23” previsto para hoje na igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, nas Flores. “Devido […] O conteúdo Pandemia troca as voltas a jovens que ainda não conseguiram fazer o primeiro encontro do “Mês a mês até 23” aparece primeiro em Igreja Açores.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *