Por José Pacheco

Aquele que devia zelar pelo nosso bem-estar, pela nossa segurança, pela boa gestão do bem comum, transformou-se num estado arrogante, tirano, corrupto e antidemocrático.

Um estado que nos mantém refém financeiramente, socialmente, culturalmente, democraticamente. Um estado continuamente a olhar para o seu próprio umbigo e que se esquece do mais importante: as pessoas.

Um estado que usa e abusa do fruto do nosso trabalho, ganho com muito esforço, mas que gastam de forma desmedida e arrogante, distribuindo entre os seus o “saque” diário a que somos sujeitos.

Basta!

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