Com a anulação do processo de privatização parcial do capital social da Azores Airlines, defendemos que é tempo do Governo mudar de estratégia.
A nossa companhia aérea atravessa a fase mais difícil da sua história e, por isso, este não é o momento adequado para iniciar um novo concurso destinado a alienar parte do seu capital social.
Continuamos a advogar que antes é preciso consolidar a Azores Airlines, o que apenas se conseguirá procedendo à sua recapitalização, mas assente no objectivo de cumprir a função social desta empresa, como meio de transporte que o Povo dos Açores exigiu para se deslocar para o exterior em condições de dignidade, saturado que estava das prepotências da TAP.
Insistimos, assim, que a nossa companhia aérea só poderá sobreviver se for redimensionada para suas rotas tradicionais, com o propósito de servir os Açores e os Açorianos. Se, posteriormente, tivermos um parceiro económico interessado nesse fim, tanto melhor.
Para outros voos, temos outras empresas de aviação cujos desmandos financeiros não temos de pagar.

Pedro Nascimento Cabral

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