Pro-AM da ilha Terceira é uma das “mais importantes” competições de golfe realizadas nos Açores

Pro-AM da ilha Terceira é uma das “mais importantes” competições de golfe realizadas nos Açores

11 Setembro, 2018 Não Por Azores Today

O Diretor Regional do Turismo sublinhou a 37.ª edição do Pro-Am da Ilha Terceira por ser uma “das mais importantes competições de golfe” realizadas na Região, que, há quase quatro décadas, traz a esta ilha e aos Açores, “todos os anos, dezenas de golfistas”.

Filipe Macedo, que falava, na Praia da Vitória, na entrega de prémios do evento, salientou que o apoio do Executivo açoriano a este tipo de iniciativas permite à Região “beneficiar do interesse e desenvolvimento da modalidade e da repercussão que esta tem nos circuitos turísticos internacionais”, através de um produto turístico que pode ser praticado durante todo o ano, “em especial fora das tradicionais épocas altas do turismo”.

Segundo o Diretor Regional, a organização da prova mostrou uma “capacidade de adaptação em deslocar o evento para datas que não coincidissem com a tradicional época alta do turismo, com claros benefícios para todos e em harmonia com as orientações definidas no Plano Estratégico de Marketing Turístico dos Açores”.

“O golfe, para além de ser uma das modalidades desportivas que mais se destaca na captação de novos praticantes, o que permitiu a sua elevação recente a modalidade olímpica, é também um produto turístico de grande efeito multiplicador, porque motiva e movimenta anualmente milhões de pessoas, gerando fluxos turísticos muito relevantes”, frisou.

Para Filipe Macedo, na perspetiva da gestão do destino turístico, importa que seja “garantida e reconhecida a qualidade dos campos e infraestruturas de apoio, continuando a investir no golfe como veículo de animação, mas sobretudo como promoção do conceito ‘Açores – Certificado pela Natureza’, com vista, sobretudo, a garantir, nas épocas baixa e média, importantíssimos fluxos para atenuarem a sazonalidade e contribuírem ativamente para a ambicionada sustentabilidade do destino turístico”.

Fonte: GaCS/HMB