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Terça-feira , 22 Maio 2018

Rede Mundial de Oração do Papa apela à mobilização dos cristãos pela vida

Rede Mundial de Oração do Papa apela à mobilização dos cristãos pela vida

Mai 16, 2018 | Em destaque

Organismo em Portugal “manifesta-se veementemente” contra a legalização da eutanásia

A Rede Mundial de Oração do Papa (RMOP) – Portugal manifestou-se “veementemente” contra a legalização da eutanásia e quaisquer outros atentados à dignidade da vida humana, apelando à mobilização dos cristãos.

“Que todos os cristãos se mobilizem de modo a mostrar aos deputados da Assembleia da República os efeitos graves e irreversíveis da eventual aprovação de uma lei desta natureza para a sociedade portuguesa”, lê-se na nota citada pela Agência ECCLESIA.

A Rede Mundial de Oração do Papa incentiva os cristãos a que se manifestem “pela vida, contra a morte” e que se reze também para que “Deus ilumine os deputados a votarem a favor da vida”, no próximo dia 29 de maio.

Neste âmbito, divulga as páginas onde se encontram os endereços dos grupos parlamentares na Assembleia da República Portuguesa e dos deputados incentivando a que se escreva em favor da vida.

A RMOP dá conta também de diversas iniciativas que já estão a decorrer e outras agendadas, com as duas manifestações em frente ao Parlamento neste mês: Dia 24, das 12h30 às 14h30, organizada pelo movimento ‘Stop Eutanásia’.

Já no dia do debate sobre a legalização da morte medicamente assistida, a 29 de maio, das 13h30 às 15h00, promovida pelo movimento ‘Toda a Vida tem Dignidade’, “a rede civil que integra os maiores grupos que contestam a eutanásia”.

De destacar que esta quarta-feira, o GTIR – Grupo de Trabalho Inter-Religioso (em saúde) vai promover uma conferência sobre a eutanásia que envolve diversas Igrejas e comunidades religiosas em Portugal, a partir das 15h30, na Academia das Ciências de Lisboa.

A Rede Mundial de Oração do Papa em Portugal considera ainda que a nível nacional se tem assistido “a uma crescente desvalorização da vida humana”.

(Com Ecclesia e Lusa)

Fonte: Igreja Açores