Balneários das praias das Milícias e Pópulo e dos Poços de São Vicente-Capelas abrem no início de junho

Os balneários das praias das Milícias (São Roque) e do Pópulo (Livramento), assim como dos Poços de São Vicente/Capelas, abrirão já a partir de 1 de junho, assim permanecendo até 30 de setembro.
No Forno da Cal, os balneários abrirão entre 19 de junho e 30 de setembro.
A antecipação da abertura destas infraestruturas vem corresponder às inúmeras solicitações que têm chegado à Câmara Municipal de Ponta Delgada, por parte dos banhistas que começam a fazer praia muito mais cedo do que em anos anteriores.
Saliente-se que a época balnear, nas praias das Milícias e do Pópulo começa já no próximo dia 10 de junho, assim se mantendo até 15 de setembro.
No caso nos Poços São Vicente/Capelas, será de 10 de junho a 15 de setembro e da Zona Balnear do Forno da Cal de 19 de julho a 31 de agosto.
Já nos Poços Sul dos Mosteiros e na praia da mesma freguesia, a época balnear tem início a 1 de julho, terminando a 31 de agosto.
Com a abertura oficial da época balnear nas zonas acima mencionadas, passam, também, a ser prestados serviços de assistência e vigilância a banhistas.
Refira-se que, este ano, no concelho de Ponta Delgada, conseguiram o galardão da Bandeira Azul a Zona Balnear do Forno da Cal, Poços de São Vicente/Capelas, Poças Sul dos Mosteiros e praias das Milícias e Pópulo.
O programa Bandeira Azul 2018 é subordinado ao tema “O Mar que Respiramos”, uma vez que, 50% do dióxido de carbono lançado na atmosfera é absorvido pelos oceanos e 70% do oxigénio da Terra é produzido pelo plâncton marinho. O papel das florestas marinhas é fundamental, uma vez que são as algas mais pequenas que nos dão o ar que respiramos.
Está comprovado que 80% da poluição marinha resulta de atividades terrestres. O plástico que se acumula nos oceanos e se deposita no fundo, por exemplo, é um registo das más praticas ambientais do Homem nos últimos anos.
Em 2018, o objetivo é despertar consciências para a influência que os oceanos exercem em todos os aspetos da vida no planeta, de que forma afetam e são afetados pelas alterações climáticas e o que isso significa a longo prazo.
Outro dos objetivos é demonstrar a ligação existente entre ecossistemas terrestres e marinhos e como a vida no mar está tão dependente de pequenos gestos em nossas casas.
A solução passa pela educação ambiental e pela adoção de comportamentos mais racionais e eficientes na utilização de recursos. Uma educação para a conservação, proteção e melhor gestão, que começa nas nossas florestas e termina no mar. Uma educação por uma sociedade de baixo carbono.

PraiaFonte: C. M. de Ponta Delgada