Tecnoparque impulsionará o futuro desenvolvimento da Lagoa diz Cristina Calisto

A Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Cristina Calisto, defende que o Tecnoparque impulsionará o futuro desenvolvimento da Lagoa. Uma afirmação que vem na sequência das recentes dúvidas e acusações lançadas pelo PSD Lagoa. A autarca da Lagoa esclarece que “o Tecnoparque é um investimento desenvolvido pela autarquia da Lagoa e gerido pelas Portas da Lagoa S.A. cujo propósito há muito foi apresentada em diversas assembleias municipais e reuniões de câmara, onde foram expostas propostas que visassem o desenvolvimento daquela área de expansão, tendo as mesmas sido discutidas e aprovadas, com total transparência, bem como seguiu todos os parâmetros legais devidamente verificados pelas entidades fiscalizadores.”

A líder do executivo camarário afirma mesmo que, “o Tecnoparque reflete uma visão de futuro para o concelho da lagoa, por via de investimentos únicos ao nível da ilha e até dos Açores amplamente discutidos no período de campanha eleitoral, tendo o PSD apresentado um modelo de viabilização económica para aquela área muito diferente e que foi chumbado, de forma inequívoca pelos lagoenses. Assim sendo e logicamente, cabe à Câmara Municipal, liderada maioritariamente pelo PS, trabalhar no projeto aprovado pelos lagoenses, aquele que tem mais viabilidade, mais retorno económico e gerador de maior riqueza para a Lagoa.”

Acrescenta mesmo que, “às câmaras municipais e às associações sem fins lucrativos não compete a criação de lucros, mas antes a dinamização económica, social, desportiva, cultural e turística de um território que é o que está subjacente ao modelo de gestão do Tecnoparque e que, para atual executivo camarário, o mais importante não será ter a posse de um terreno, mas, sobretudo, trazer grandes investimentos para os mesmos, de que é exemplo o hospital Internacional dos Açores, investimento privado e outros projetos que serão anunciados oportunamente.

Cristina Calisto considera, por isso, “lamentável a atitude da atual oposição do PSD na Lagoa que parece ser contraditória, quando há duas décadas atrás o projeto Tecnoparque apresentado na Câmara Municipal foi acusado pela oposição de ser utópico e megalómano por já demonstrar uma visão futurista aquela data difícil de entender para estes. Depois, veio a acusação de ser um investimento muito caro para os lagoenses. Mais tarde, e com a crise económica, o PSD voltou a criticar que o Tecnoparque não passava de um conjunto de terrenos abandonados sem investimento, e agora, voltam a criticar numa altura em que a visão futurista vem a concretizar – se, bem como se torna evidente os investimentos e o retorno destes para o concelho da Lagoa, trazendo dinamização económica, criação de emprego, arrecadação de impostos para o concelho e novas áreas de negócio inexistentes, até à data, na Lagoa.

A Presidente da Câmara Municipal de Lagoa advoga ainda que a grande missão da Câmara Municipal para os 4 anos de mandato, “é de lançar a Lagoa para um novo patamar de desenvolvimento e gerar confiança nos investidores e aproximar as empresas locais”, acrescentando que “o que oposição pretende com estas dúvidas é, efetivamente, prejudicar o projeto político para o concelho”, o que, em seu entender “ é de lamentar para quem tem o dever de defender os interesses dos lagoenses e não os prejudicar.”

Fonte: Câmara Municipal de Lagoa – Açores

Um Comentário

  1. Carlos Augusto Furtado

    A atual presidente não deve continuar a atirar “flores e afetos” aos olhos das pessoas, para esconder o modelo de financiamento das obras do Tecnoparque que é basicamente “pagam os lagoenses, beneficiam os amigos do sistema”.
    O modelo ruinoso para o concelho que está atualmente contratualizado para aquele espaço, é uma vergonha, qualquer eleito local tem o dever e obrigação de forçar a que seja encontrada uma solução que não ridicularize os lagoenses, essa é a luta do PSD. Todos os investimentos são bem-vindos para a Lagoa, mas têm de ser acautelados os interesses dos lagoenses, oferecer benefícios de centenas de milhares de euros, sem pedir nada em troca, mais parece um exercício voluntário de beneficiação de interesses obscuros.
    Exige-se que haja transparência neste assunto, uma vez que o processo Tecnoparque foi iniciado assegurando os interesses do município, sendo que recentemente alterou-se a génese do investimento, tornando-o completamente ruinoso.