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Bolieiro assegura que segunda fase da ligação Santa Clara-Relva termina em 2018

O recandidato pelo PSD à Câmara Municipal de Ponta Delgada, José Manuel Bolieiro, afirmou, esta quinta feira à noite, que a obra de construção da segunda fase da via litoral que liga Santa Clara à Relva foi uma prioridade, quer da autarquia que preside, quer da Junta local, vai avançar já este ano e terminará em 2018.

José Manuel Bolieiro falava no âmbito de um debate com os sete candidatos à câmara municipal de Ponta Delgada, provido pelo Movimento Santa Clara Vida Nova, também apoiada pelo PPD/PSD.

Recordou que, através de um entendimento com a Junta de Freguesia, deu-se prioridade a esse projeto, mas, como “a obra tem um custo de 2,4 milhões de euros e não foi possível avançarmos, tendo em conta o valor efetivo de disponibilidades financeiras que o orçamento municipal tem para investimento, fazê-lo sem cofinanciamento comunitário.”

“Estivemos a trabalhar, em conjunto com a Junta de Freguesia, sobre a oportunidade de, já no âmbito do Açores 2020, encontrar enquadramento para esta candidatura. Ela foi preparada, trabalhada, com o projeto apresentado e discutido em Santa Clara, mas quando contávamos com o cofinanciamento até 85% de fundos comunitários, entendeu o gestor – o Governo Regional dos Açores – não considerar elegível a obra orçada em 2,4 milhões de euros.” – acentuou.

José Manuel Bolieiro disse, ainda, que “tivemos que nos adaptar a esta nova realidade. O certo é que o contrato está feito, temos os meios financeiros, porque reforçamos o nosso orçamento, e até em conversações dos Serviços de Água e Saneamento (SMAS), vista que este investimento saneamento básico, uma rede de drenagem pluvial, uma rede de drenagem doméstica.”

“Esta é uma obra complexa, que corresponde, e bem, a uma ambição dos moradores e da Junta de Freguesia de Santa Clara e está em fase de iniciar. Na minha perspetiva, devíamos ter iniciado já, mas infelizmente, fruto das alterações financeiras que já referi, vamos ter que rever a previsão das verbas nos investimentos plurianuais para adaptar as previsões de investimento em 2017 e nos anos seguintes de modo a que a obra seja realizada.”, reforçou.

José Manuel Bolieiro destacou, por outro lado, o facto da obra em questão “implicar o reforço da orla costeira, porque existe risco de erosão e derrocada”.

“É a câmara municipal que vai fazer essa obra, mesmo não sendo da sua responsabilidade e, sim, do Governo. Mas faremos porque é justo que a obra fique consolidada sem qualquer prejuízo. Temos, já com preço contratual assinado, uma verba superior a 1,6 milhões de euros para um prazo de execução de 240 dias. Daí a necessidade de haver um investimento plurianual, visto que uma parte será feita ainda em 2017 e a restante em 2018.”

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