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Bolieiro quer Ponta Delgada a aproveitar a sua condição de porta de entrada do turismo

O candidato do PSD à presidência da câmara de Ponta Delgada defendeu, esta terça feira, num encontro com os responsáveis da Câmara do Comércio e Indústria, a necessidade de se aproveitar o facto da cidade ser a porta de entrada de turistas para impulsionar não apenas a regeneração urbana, como também, e à semelhança do que tem acontecido nestes quatro anos, prosseguir com a isenção de taxas com vista à criação de uma maior oferta.

José Manuel Bolieiro sublinhou que, hoje, “há manifestamente um reconhecimento de que Ponta Delgada é o motor de desenvolvimento dos Açores, a porta de entrada do turismo, o novo pilar de desenvolvimento” do concelho, da ilha de São Miguel e do arquipélago.

Ainda na sequência da reunião que manteve com a Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada, no âmbito da sua recandidatura à presidência da maior autarquia dos Açores, José Manuel Bolieiro afirmou que, com o crescimento da oferta de alojamento turístico, é necessário apostar na “regeneração e na reabilitação urbana”, sem esquecer que esta deve contemplar o reforço anti-sísmico.

Para José Manuel Bolieiro, tem em conta “a tendência de mais alojamento turístico” é preciso aproveitar este impulso, reforçando os apoios à regeneração urbana, para que o património edificado que se encontra atualmente em ruínas possa ser requalificado.

Fez questão de reafirmar que o município de Ponta Delgada já criou o plano integrado da regeneração urbana sustentável com áreas que ajudam a desonerar os custos desta reabilitação e com benefícios fiscais, mas também disse que é necessário fazer mais.

José Manuel Bolieiro afirmou, por outro lado: “é nossa convicção de que Ponta Delgada não justificaria nenhum aquário (…)”, mas “uma obra de reabilitação do porto que poderia até criar um novo molhe, numa estratégia de desenvolvimento e requalificação da zona e orla de Santa Clara”.

Defendeu, no entanto, a importância de “um recenseamento dos ativos da natureza e de património cultural e identitário construído”, acrescentando que falta disponibilizar informação e que “é inaceitável que, ao longo destes últimos anos, nada tenha sido feito de verdadeiro valor acrescentado para os nossos ativos de natureza que continuam a ter um turista que contempla, mas de forma ignorante, porque não tem informação suficiente sobre o que visita, nem nós, entidades públicas”.

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