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Sabrina Furtado quer uma sociedade viva, participativa e sem medo

A candidata do PSD à presidência da Câmara Municipal de Vila Franca do Campo quer liderar uma autarquia “que esteja próxima das pessoas”, sendo que afirma estar a candidatar-se também “para combater a ditadura do medo e do silêncio, com que vamos acabar”, garante.

Sabrina Furtado lamenta “que tenhamos, cada vez mais, uma sociedade oprimida e com receios, com medo de falar e com medo de dar a sua opinião, até mesmo do que se passa no seu dia a dia”, diz a social democrata, para quem “oprimir sociedades, apenas contribui para um colapso geracional interventivo”.

“E isso tem de acabar. As pessoas não podem sentir que se derem a sua opinião e participarem publicamente, poderão ser prejudicadas de alguma forma”, acrescenta.

Por considerar que as sociedades se querem “vivas e participativas”, a candidata vai criar uma plataforma online para o concelho, “que se chamará @AconteceNaVila, para que qualquer pessoa possa participar, questionar e relatar o que entender sobre o município e cada uma das suas freguesias”.

“Será através dessa aplicação, que vamos transmitir as reuniões de câmara públicas e as assembleias municipais, de forma a que os Vilafranquenses fiquem a par do que se passa na sua terra, aqui e em qualquer parte do mundo, para que tanto os residentes como as enormes comunidades Vilafranquenses na Diáspora, nos possam questionar e deixar o seu contributo”, explica Sabrina Furtado.

A candidata do PSD diz que, assim, “vamos incentivar a participação com transparência em Vila Franca do Campo. Se as pessoas ainda não vêm à Câmara, é obrigação da Câmara ir até elas, porque o autarca deve servir as pessoas e não servir-se delas”, afirma.

Para Sabrina Furtado, “nenhuma forma de gestão pública se deve esconder. Pelo contrário, deve ser o mais aberta e transparente possível, incentivando a participação de todos os seus munícipes’, defende.

A social democrata acrescenta que uma sociedade silenciosa “não é uma sociedade saudável. Pretendemos libertar e devolver à sociedade Vilafranquense o poder da palavra”, prossegue a candidata do PSD, sublinhando que “o afastamento e a descrença dos cidadãos na política e em quem os representa, é dos piores sinais que a Democracia pode dar”, conclui.

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