ALEXANDRE GAUDÊNCIO DESTACA INVESTIMENTOS DE TRÊS MILHÕES DE EUROS NA MATRIZ

ALEXANDRE GAUDÊNCIO DESTACA INVESTIMENTOS DE TRÊS MILHÕES DE EUROS NA MATRIZ

5 de Setembro, 2016 Não Por Azores Today

A Câmara da Ribeira Grande está a investir cerca de três milhões de euros na freguesia de Matriz que vão “assinalar, em definitivo, a viragem da cidade para o mar”, realçou Alexandre Gaudêncio na sessão solene de comemoração do Dia da Freguesia.
“São cerca de três milhões de euros de investimentos só na Matriz que fazem toda a diferença na freguesia. Situando-se no coração da cidade, é uma localidade que não pode ficar esquecida e, nesse particular, a Câmara da Ribeira Grande tem tido o cuidado de promover diversos investimentos”, disse.
O presidente da autarquia destacou a “valorização da frente mar na zona do Monte Verde, uma empreitada que está a aguardar a aprovação dos fundos comunitários e que, após concluída, vai permitir que mais privados queiram investir naquela zona.”
De resto, Alexandre Gaudêncio lembrou que “os investimentos públicos devem promover o investimento privado, proporcionando assim o surgimento de novos negócios que possibilitem a criação de condições de emprego e o fomento de uma nova dinâmica no comércio local.”
Para além da obra da frente mar que vai mudar a cara da zona do Monte Verde, o edil elencou os trabalhos já realizados, nomeadamente a requalificação do largo Hintze Ribeiro e a reabilitação das ruas Estevam Alves, madre Margarida do Apocalipse, do Botelho, da Salvação e conde Jácome Correia.
“A reabilitação urbana cultiva o espírito empreendedor e, fruto desta dinâmica, começam a aparecer novos negócios de privados no centro da cidade, o que nos indica que estamos no caminho correto do que deve ser a política pública de investimento. Ou seja, as intervenções públicas devem possibilitar, logo de seguida, o aparecimento de investimentos privados”, salientou.
Alexandre Gaudêncio frisou também a colocação de videovigilância no parque do Passal – “o primeiro parque dos Açores a ser dotado com essa tecnologia” – e a constante preocupação social com a “abertura de mais uma sala CATL no ano letivo 2016/17, para além dos apoios atribuídos por via da habitação degradada ou do Fundo de Emergência Social.”