PSD/Açores propõe plano de ação para fazer face ao despedimento coletivo da COFACO

Duarte Freitas anunciou hoje que o PSD/Açores vai apresentar um plano de ação com um conjunto de medidas na área social e económica para atenuar o impacto do despedimento coletivo na fábrica da COFACO do Pico.

O líder do PSD/Açores, que falava no encerramento das jornadas parlamentares que decorreram no Pico desde quarta-feira, considerou “que este despedimento coletivo é a pior notícia para a economia do Pico das últimas décadas”, razão pela qual é necessário um “plano de ação com medidas concretas na área social e económica”.

Para fazer face a esta situação, o PSD/Açores entende que, no plano social, devem ser tomadas medidas que garantam a manutenção do nível de rendimentos dos trabalhadores e que lhes seja proporcionada qualificação e formação.

A Escola Profissional do Pico, com quem os deputados social-democratas açorianos estiveram reunidos no âmbito das jornadas, mostrou-se “interessada e disponível para se juntar a este esforço de ajudar estas pessoas que se viram atiradas para o desemprego”.

O líder social-democrata açoriano alertou também para as consequências indiretas da decisão da COFACO para a economia do Pico para defender que “é no setor do turismo que existe maior potencial para compensar os constrangimentos decorrentes deste despedimento coletivo”.

Nesse sentido, o PSD/Açores entende que uma maior promoção do Pico e do Triângulo e a melhoria das acessibilidades são medidas concretas que devem ser implementadas.

Duarte Freitas explicou que a iniciativa parlamentar do PSD/Açores visa a “implementação imediata destas medidas”, que devem vigorar “até que entre em funcionamento a desejada nova fábrica da COFACO no Pico”.

“A COFACO era de longe o maior empregador privado do Pico, com uma história de criação de riqueza de mais de meio século nesta ilha que achamos que não pode terminar”, reiterou o líder do PSD/Açores no encerramento das jornadas parlamentares.

“Na expetativa de que a fábrica possa reabrir com novas instalações, é fundamental dar a mão a estas pessoas e os poderes políticos e públicos, não substituindo as empresas, não podem virar a cara a quase duas centenas de pessoas, na sua grande maioria mulheres, que estão em choque com a esta situação”, defende.

“Não é aceitável simplesmente dizer-se que este é um problema com uma empresa privada. É neste momento que os poderes políticos e públicos têm que dar uma expressão de solidariedade e de afetividade para com estas pessoas que, repito,estão em choque. Foi também isso que procuramos fazer nestas jornadas parlamentares no Pico e é também isso que vamos responsavelmente continuar a fazer com as nossas propostas, como este plano de ação que propomos”, afirmou Duarte Freitas.

Fonte: PSD Açores

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