Depois da Procissão do Senhor dos Passos, outra celebração religiosa deve virar Patrimônio Cultural Imaterial de Santa Catarina. O Conselho Estadual de Cultura aprovou nesta semana o registro da Festa do Divino Espírito Santo do Centro de Florianópolis. O festejo popular é organizado pela Irmandade do Divino Espírito Santo (Ides) na Praça Getúlio Vargas, em Florianópolis, e completou 242 anos de realização ininterrupta em 2017. O pedido de registro foi feito pela Ides à Fundação Catarinense de Cultura em maio deste ano. O registro será concedido definitivamente após o prazo para manifestações em contrário, que vai até o dia 27 de dezembro.

NA FILA
Há ainda outros pedidos de registro como Patrimônio Imaterial em andamento na FCC, sendo que três deles estão em fases mais adiantadas e devem ter um desfecho já em 2018: o Queijo Serrano de Lages, a Pesca de Tainha com Auxílio de Botos, em Laguna, e o Catumbi de Itapocu, em Araquari.

DO ALÉM
Diante de mais uma decisão da Justiça na novela do advogado Alex Santore como desembargador do TJ, agora impedindo a posse, o criminalista Francisco Ferreira faz uma análise: “Em breve vamos ter que consultar um jurista do além para dirimir esta questão, já que os já que os da Terra não estão conseguindo”.

NÚMEROS ASTRONÔMICOS
Somando-se a Ouvidos Moucos e a Torre de Marfim, as duas operações da PF sobre supostos desvios de recursos na UFSC, chega-se à cifra de R$ 580 milhões em contratos sob investigação. O problema é que tais valores nunca são detalhados pelas autoridades. Lembram da Ave de Rapina, que falava em R$ 30 milhões desviados por uma quadrilha instalada na Câmara de Florianópolis? Até hoje ninguém sabe como se chegou aquela conta. Certeza, por enquanto, é que as universidades federais agonizam por falta de dinheiro.

Fonte: Diário Catarinense

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