Diocese de Angra cria Fundo Diocesano de Apoio a Crianças em extrema pobreza

Diocese de Angra cria Fundo Diocesano de Apoio a Crianças em extrema pobreza

Dez 16, 2016 | Manchete, Manchete I

Contributo dos diocesanos será gerido depois pelos párocos nas suas comunidades paroquiais

A diocese de Angra acaba de criar um Fundo Diocesano de Apoio a Crianças em extrema pobreza, anunciou o bispo de Angra numa carta dirigida a todos as comunidades paroquiais a apelar à solidariedade de todas as pessoas “de boa vontade”.

“Temos sido alertados para situações de crianças que na diocese de Angra e Ilhas dos Açores padecem de extrema pobreza. Somos confrontados com a denúncia de crianças que sofrem com falta de alimentação e de outros cuidados fundamentais ao seu desenvolvimento” revela D. João Lavrador na carta enviada a todos os sacerdotes diocesanos.

Face a esta situação o prelado entende que, atendendo à prioridade da pastoral social, “não podemos ficar indiferentes”. Por isso convida todos os diocesanos “pessoas de boa vontade” a contribuírem para este fundo seja através de uma transferência bancária seja através de um donativo enviado para a diocese.

“Convidam-se todas as pessoas de boa vontade a depositarem a sua oferta na conta: PT0005900012117030005369; ou a enviarem diretamente para a Diocese de Angra” afirma o prelado.

O objetivo é criar um fundo que ajude “supletivamente as comunidades paroquiais que tenham no seu seio crianças nestas situações e para as quais não tenham solução”, refere ainda o bispo de Angra.

D. João Lavrador lembra mesmo que dentro do período natalício “poderão as comunidades cristãs destinar algum ofertório para este fim”.

E, mais adiante explica: “o recurso a este fundo é feito pelo pároco da paróquia que sinta esta necessidade dirigido à diocese de Angra, que o atenderá dentro dos limites das suas possibilidades”.

Recorde-se que a diocese tem igualmente implementado o Fundo Diocesano de Solidariedade, que é gerido pela Cáritas diocesana e que pretende acudir a situações inesperadas de dificuldade das famílias, desde 2011.

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